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Combustívelvia OilPrice

Dois navios de GPL com destino à Índia cruzam Hormuz com transponders desligados

Dois navios de GPL com destino à Índia cruzaram o Estreito de Ormuz com transponders desligados, sinalizando aumento da atividade marítima oculta em meio a tensões geopolíticas.

Dois navios de GPL com destino à Índia cruzam Hormuz com transponders desligados

Dois navios de gás liquefeito de petróleo (GLP) com destino à Índia transitaram pelo Estreito de Ormuz com seus transponders do Sistema de Identificação Automática (AIS) desligados durante parte da viagem, de acordo com dados da MarineTraffic. O Symi, com bandeira das Ilhas Marshall, partiu de Ras Laffan, no Catar, e foi avistado no Golfo de Omã na manhã de quinta-feira, com destino ao porto indiano de Kandla. Um segundo navio, também carregando GLP, seguiu rota semelhante com o transponder desativado.

Essa prática, conhecida como "navegação oculta", está se tornando mais comum à medida que navios comerciais buscam evitar detecção em meio a riscos geopolíticos crescentes no Oriente Médio. Para traders de energia, o Estreito de Ormuz é um ponto de estrangulamento crítico por onde passam cerca de 20% do suprimento global de GLP e petróleo. Qualquer interrupção ou aumento percebido de risco pode apertar as expectativas de oferta e sustentar os preços. A Índia, terceiro maior consumidor de petróleo do mundo, depende fortemente de importações de GLP para cozinhar, tornando a passagem segura desses navios uma preocupação central para os mercados domésticos de combustíveis. Traders podem verificar a página de combustíveis da NowPrice para preços em tempo real de GLP e outras commodities energéticas.

Participantes do mercado acompanharão novos trânsitos ocultos e quaisquer declarações oficiais do Irã ou dos estados do Golfo sobre segurança marítima. A Organização Marítima Internacional instou os navios a manterem o AIS ligado por segurança, mas a tendência de desligar transponders sugere crescente inquietação. Qualquer escalada pode elevar os prêmios de seguro marítimo e alterar os fluxos comerciais, potencialmente beneficiando rotas alternativas como o Mar Vermelho ou o Cabo da Boa Esperança.

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Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.