Rompimento da relação cobre-ouro sinaliza potencial alta do bitcoin
A relação cobre-ouro rompeu sua média móvel de 200 dias pela primeira vez desde setembro de 2020, um padrão que historicamente precedeu grandes altas do bitcoin.

A relação cobre-ouro rompeu acima de sua média móvel de 200 dias pela primeira vez significativa desde setembro de 2020, um desenvolvimento que historicamente coincidiu com os estágios iniciais dos mercados altistas do bitcoin.
A relação atualmente está em 0,00142, com o cobre negociado a US$ 6,65 por libra e o ouro perto de US$ 4.700 por onça. Os aumentos anteriores da relação em 2013, 2017 e 2021 alinharam-se com grandes ganhos nos preços do bitcoin. O coeficiente de correlação entre o bitcoin e a relação cobre-ouro atualmente está em -0,11, embora tenha se recuperado fortemente de -1,00. Isso sugere que os dois ativos ainda não estão positivamente correlacionados, mas a relação está começando a se fortalecer.
Para traders de criptomoedas, esse sinal macro merece monitoramento. A relação cobre-ouro é frequentemente vista como um proxy para as expectativas de crescimento econômico global, com o cobre subindo devido à demanda industrial e o ouro servindo como porto seguro. Uma relação crescente implica melhora no sentimento de crescimento, que historicamente tem sido favorável para ativos de risco como o bitcoin. No entanto, a correlação negativa atual indica que o bitcoin ainda não respondeu totalmente a essa mudança. Os traders podem acompanhar os preços do bitcoin em tempo real e a relação na página de cripto da NowPrice para avaliar qualquer correlação emergente.
Olhando adiante, a questão chave é se o bitcoin seguirá o padrão histórico e começará a subir à medida que a relação se mantiver acima da média móvel. As rupturas anteriores em 2013, 2017 e 2021 levaram a uma valorização significativa do bitcoin nos meses seguintes. Os participantes do mercado observarão o desenvolvimento de uma correlação positiva, o que confirmaria o sinal. Os próximos pontos de dados importantes incluem as decisões de política do Fed e os PMIs industriais globais, que podem influenciar tanto os preços do cobre quanto do ouro e, por extensão, a relação.