Usuários de cripto priorizam rendimentos sobre segurança, bilhões em risco de hacks
Os protocolos de seguros DeFi, que floresceram em 2020, em grande parte colapsaram à medida que os usuários priorizam altos rendimentos sobre a proteção, deixando bilhões vulneráveis a hacks.

Os protocolos de seguros DeFi, que estrearam com grandes ambições durante o boom cripto de 2020, em grande parte colapsaram à medida que os usuários priorizam altos rendimentos sobre a proteção, deixando bilhões de dólares em risco de hacks.
O setor foi construído para cobrir falhas de contratos inteligentes e exploits de exchanges, mas à medida que as técnicas de hacking evoluíram e os usuários migraram para plataformas geradoras de rendimento, a demanda por seguros diminuiu. A maioria dos protocolos agora detém capital mínimo, incapaz de cobrir perdas significativas. Os próprios riscos que foram projetados para mitigar—hacks, exploits, falhas sistêmicas—tornaram-se mais sofisticados, enquanto a camada de seguros atrofiou.
Para os traders de cripto, isso significa que os fundos depositados em protocolos DeFi estão cada vez mais desprotegidos. Enquanto plataformas como NowPrice mostram preços e gráficos em tempo real dos principais tokens, a segurança subjacente desses ativos é frequentemente negligenciada. Usuários que buscam rendimentos de dois dígitos em protocolos de empréstimo ou staking podem estar expostos a perda total se ocorrer um hack, pois os pools de seguros são pequenos demais para compensar.
Olhando adiante, a tendência pode se reverter se um grande hack desencadear uma crise de confiança, forçando os usuários a exigir melhor proteção. No entanto, até que os rendimentos caiam ou a regulamentação exija cobertura, o setor pode continuar a encolher. Os traders devem avaliar a postura de segurança dos protocolos antes de comprometer capital, pois a rede de segurança dos seguros desapareceu em grande parte.