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Combustívelvia OilPrice

Capacidade nuclear global deve saltar 44% até 2036, liderada por China e Índia

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A capacidade nuclear global deve aumentar 44% até 2036, com a China ultrapassando os EUA como maior detentora e a Índia impulsionando a segurança energética.

Capacidade nuclear global deve saltar 44% até 2036, liderada por China e Índia

A capacidade nuclear global deve saltar 44% até 2036, impulsionada pela rápida expansão na China e na Índia, de acordo com um novo relatório da BloombergNEF.

O relatório estima que a capacidade nuclear instalada total atingirá 535 gigawatts (GW) até 2036, ante 372 GW no final de 2025. Espera-se que a China quase duplique sua capacidade para 102 GW, ante 59 GW, ultrapassando os Estados Unidos como o maior detentor de energia nuclear do mundo. A Índia também deve aumentar significativamente sua frota nuclear para reforçar a segurança energética, embora metas específicas não tenham sido detalhadas.

Para traders de petróleo, gás e commodities energéticas, a expansão nuclear representa uma mudança de longo prazo na matriz energética global. À medida que a capacidade nuclear se expande, pode deslocar parte da demanda por gás natural e carvão na geração de eletricidade, particularmente na Ásia. Essa tendência pode pesar sobre os preços do gás na próxima década, embora os efeitos de curto prazo sejam limitados devido ao ritmo lento da construção nuclear. Os preços de combustível ao vivo e gráficos no NowPrice mostram como os mercados estão atualmente precificando essas dinâmicas de oferta e demanda em evolução.

Olhando para o futuro, os traders devem monitorar os cronogramas de construção e as aprovações regulatórias na China e na Índia, pois atrasos podem alterar o ritmo das adições de capacidade. O relatório também destaca que o crescimento nuclear será concentrado na Ásia, enquanto a Europa e a América do Norte verão aumentos mais modestos. Qualquer mudança política ou incidente de segurança pode remodelar as perspectivas, tornando-a uma variável-chave para as previsões de preços de energia de longo prazo.

Leia o artigo original em OilPrice
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.