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Combustívelvia Bloomberg

Inflação da zona do euro provavelmente desacelerou em junho com queda nos custos de energia

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Espera-se que a inflação da zona do euro tenha desacelerado em junho pela primeira vez desde o início da guerra no Irã, impulsionada pela queda nos custos de energia, o que pode aliviar a pressão sobre o BCE para continuar subindo juros.

Inflação da zona do euro provavelmente desacelerou em junho com queda nos custos de energia

Espera-se que a inflação da zona do euro tenha desacelerado em junho pela primeira vez desde o início da guerra no Irã, de acordo com dados a serem divulgados na próxima semana. A queda é amplamente atribuída à redução dos custos de energia, que têm sido um dos principais impulsionadores das pressões sobre os preços desde que o conflito interrompeu os suprimentos globais de petróleo.

Para os traders de combustíveis e energia, esse desenvolvimento é significativo porque sinaliza um possível pico da inflação que pode influenciar a política do Banco Central Europeu. Uma inflação mais baixa reduz a urgência de altas agressivas de juros, que têm pesado sobre o crescimento econômico e a demanda por energia. A queda nos custos de energia, refletida nos preços mais baixos do petróleo Brent e do gás natural, também pode melhorar as margens das refinarias e reduzir os custos de insumos para as indústrias. Os preços de combustíveis ao vivo e os gráficos da NowPrice mostram como os mercados estão reagindo a essas dinâmicas em mudança.

Olhando para o futuro, os traders se concentrarão no detalhamento da inflação, especialmente a inflação subjacente e os preços de serviços, para avaliar as pressões subjacentes. A próxima reunião do BCE será acompanhada de perto em busca de qualquer mudança de tom. Além disso, qualquer desenvolvimento adicional no conflito do Irã ou nas decisões de oferta da OPEP+ pode reverter rapidamente a tendência atual, tornando os mercados de energia altamente sensíveis a notícias geopolíticas.

Leia o artigo original em Bloomberg
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.