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Combustívelvia Bloomberg

Moody’s diz que Índia pode lidar com deslize fiscal modesto este ano

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A Moody’s Ratings afirmou que a Índia pode suportar um déficit fiscal maior que o esperado neste ano sem comprometer sua classificação de grau de investimento, já que os custos mais altos de energia são vistos como temporários.

Moody’s diz que Índia pode lidar com deslize fiscal modesto este ano

A Moody’s Ratings afirmou que a Índia pode suportar um déficit fiscal potencialmente maior que o previsto neste ano sem comprometer sua classificação de grau de investimento, já que os preços mais altos de energia devem representar apenas pressões orçamentárias temporárias.

A avaliação ocorre em meio ao aumento dos custos globais de energia que pressionaram a conta de importações e a posição fiscal da Índia. A Moody’s observou que o impacto dos preços elevados do petróleo e do gás no orçamento indiano é administrável, dada a base de receita diversificada do país e sua relação dívida/PIB relativamente baixa em comparação com pares. A visão da agência de classificação traz algum alívio para os traders de commodities energéticas que monitoram as perspectivas de demanda da Índia, pois qualquer deslize fiscal pode afetar a capacidade do governo de subsidiar custos de combustível ou investir em infraestrutura energética. Os traders podem acompanhar os movimentos de preços em tempo real no painel de combustíveis ao vivo da NowPrice para avaliar as reações do mercado.

No futuro, os participantes do mercado se concentrarão nos próximos anúncios orçamentários da Índia e em quaisquer mudanças nos impostos ou subsídios sobre combustíveis. A trajetória dos preços do petróleo bruto global, particularmente as decisões de oferta da OPEP+ e a recuperação da demanda da China, também será fundamental. A declaração da Moody’s sugere que o perfil de crédito da Índia permanece resiliente, mas preços de energia sustentavelmente altos podem testar essa resiliência no médio prazo.

Leia o artigo original em Bloomberg
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.