Ouro sobe US$ 100 para a maior alta desde 23 de junho, recupera US$ 4.000
O ouro subiu US$ 100 para a maior alta desde 23 de junho, recuperando o nível de US$ 4.000, com um relatório de empregos dos EUA mais fraco enfraquecendo o dólar e impulsionando a demanda pelo metal seguro.

O ouro subiu US$ 100 para a maior alta desde 23 de junho, recuperando o nível psicologicamente importante de US$ 4.000. O movimento ocorreu após um relatório de folhas de pagamento não agrícolas dos EUA mais fraco do que o esperado, que pressionou o dólar e impulsionou o metal precioso.
O metal amarelo enfrentou dificuldades desde o início do conflito no Irã, sem se beneficiar das tensões geopolíticas. No entanto, a ação do preço de hoje sugere que os compradores estão entrando no nível de US$ 4.000, que foi testado várias vezes na semana passada sem continuidade. O rali marca uma mudança significativa no sentimento, embora os impulsionadores subjacentes permaneçam complexos.
Para os traders de forex, a fraqueza do dólar após os dados de emprego é um fator-chave. Um mercado de trabalho mais fraco reduz a urgência de o Federal Reserve manter sua postura hawkish, potencialmente estreitando os diferenciais de juros em favor de outras moedas. Essa dinâmica apoia o ouro como um ativo alternativo. Os traders podem acompanhar a ação do preço do ouro em tempo real no painel ao vivo da NowPrice para monitorar o nível de US$ 4.000 como suporte ou resistência.
Olhando para o futuro, o foco será se o ouro pode sustentar os ganhos acima de US$ 4.000. Os níveis-chave incluem a máxima de junho e o nível psicológico de US$ 4.100. O próximo grande catalisador será a reunião de política do Fed no final deste mês, onde qualquer sinal dovish pode impulsionar ainda mais o ouro. Além disso, os desenvolvimentos em andamento no boom de investimentos em IA e seu impacto nos fluxos do dólar permanecerão em foco.