Goldman Sachs vê ouro a US$ 4.900 até o final de 2026, alta não acabou
O Goldman Sachs mantém uma previsão altista para o ouro, com meta de US$ 4.900 por onça até o final de 2026, impulsionada pela demanda estrutural dos bancos centrais e fatores cíclicos.

O Goldman Sachs reafirmou sua perspectiva altista para o ouro, prevendo que o metal precioso pode atingir US$ 4.900 por onça troy até o final de 2026. Samantha Dart, co-diretora de pesquisa global de commodities do banco, afirmou em uma nota que 'o ouro não acabou', apesar do desempenho fraco nos últimos quatro meses. Desde 2022, o ouro subiu 123% e o banco vê potencial de alta adicional impulsionado por fatores estruturais e cíclicos.
Para traders de ouro e metais preciosos, essa previsão destaca o impacto duradouro das compras dos bancos centrais, especialmente dos bancos centrais de mercados emergentes que diversificam reservas após o congelamento dos ativos russos em 2022. Essa demanda estrutural fornece uma âncora sólida para os preços, mesmo que ventos contrários de curto prazo, como um dólar forte ou rendimentos reais em alta, pesem. Os traders podem acompanhar os movimentos do preço do ouro em tempo real no painel ao vivo da NowPrice para ver como esses impulsionadores fundamentais se traduzem em ação do mercado.
Olhando para o futuro, a pesquisa do Conselho Mundial do Ouro mostrando que um recorde de 45% dos bancos centrais planeja aumentar suas participações em ouro reforça a narrativa altista. Os dados importantes a serem monitorados incluem os próximos relatórios de inflação dos EUA e os sinais de política do Federal Reserve, que podem influenciar os fatores cíclicos que o Goldman cita. Qualquer mudança nas expectativas de juros pode acelerar ou atrasar o caminho do ouro em direção à meta de US$ 4.900.