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Confiança do consumidor nos EUA cai para mínima histórica em maio, mostra UMich

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O índice de confiança do consumidor de maio da Universidade de Michigan caiu para 44,8, bem abaixo dos 48,2 esperados e do piso anterior de junho de 2022, com os altos preços da gasolina e a inflação corroendo as finanças das famílias.

Confiança do consumidor nos EUA cai para mínima histórica em maio, mostra UMich

O índice de confiança do consumidor de maio da Universidade de Michigan despencou para 44,8, muito abaixo dos 48,2 esperados e abaixo do piso histórico anterior de 50,0 registrado em junho de 2022. Esta é a terceira queda mensal consecutiva, impulsionada por interrupções persistentes no fornecimento no Estreito de Ormuz que continuam a elevar os preços da gasolina.

Para os traders de taxas de juros, o colapso da confiança reforça a narrativa estagflacionária que tem pesado sobre os ativos de risco. As altas expectativas de inflação combinadas com o enfraquecimento da confiança do consumidor complicam a trajetória da política do Fed, já que o banco central precisa equilibrar a estabilidade de preços com um cenário econômico que se deteriora rapidamente. A pesquisa também mostrou que 57% dos consumidores mencionaram espontaneamente que os preços altos estão corroendo suas finanças pessoais, ante 50% no mês passado, indicando que a inflação continua sendo uma preocupação de primeira ordem. As famílias de baixa renda e aquelas sem diploma universitário registraram as quedas mais acentuadas, refletindo sua maior sensibilidade aos preços da gasolina e itens essenciais. Os preços e gráficos ao vivo no NowPrice mostram como os mercados de títulos estão precificando essas expectativas em mudança.

Olhando adiante, os mercados se concentrarão nos próximos dados de inflação e nas comunicações do Fed em busca de pistas sobre a resposta política. A próxima reunião do FOMC em junho será crítica, com as expectativas de corte de juros provavelmente se intensificando se a confiança continuar a se deteriorar. Os traders também devem monitorar as tendências dos preços da gasolina e os desenvolvimentos geopolíticos no Estreito de Ormuz, pois estes continuam sendo os principais impulsionadores da confiança do consumidor e da dinâmica da inflação.

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Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.