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Confiança do consumidor na NZ sobe dos mínimos, mas ainda muito abaixo do pico de janeiro

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A confiança do consumidor da Nova Zelândia subiu 6 pontos para 86,5 em maio, recuperando parcialmente dos mínimos de abril, mas ainda 21 pontos abaixo do pico de janeiro devido às pressões nos preços da gasolina e à incerteza da guerra.

Confiança do consumidor na NZ sobe dos mínimos, mas ainda muito abaixo do pico de janeiro

A confiança do consumidor da Nova Zelândia teve uma modesta recuperação em maio, subindo 6 pontos para 86,5 de acordo com a pesquisa ANZ-Roy Morgan, mas o índice ainda está 21 pontos abaixo do pico de janeiro, refletindo ventos contrários persistentes dos preços da gasolina e da incerteza geopolítica.

A recuperação parcial dos mínimos de abril deveu-se em grande parte a uma pequena redução nos preços da gasolina durante o mês, com a ANZ Research observando uma correlação notável entre a confiança e os custos de combustível. No entanto, o índice em 86,5 permanece em território pessimista, bem abaixo da marca neutra de 100. Para os traders que acompanham as expectativas de taxas de juros, a confiança fraca do consumidor sinaliza demanda doméstica moderada, o que pode reforçar a postura dovish do Reserve Bank of New Zealand. A confiança mais baixa normalmente reduz a pressão para aumentos de taxas, pois as famílias são menos propensas a tomar empréstimos e gastar. Os traders podem acompanhar as mudanças em tempo real nas expectativas de taxas de juros da Nova Zelândia no painel de taxas ao vivo da NowPrice.

Olhando para o futuro, a questão principal é se a recuperação pode se sustentar. As tendências dos preços da gasolina continuarão sendo um fator crucial, assim como qualquer desenvolvimento na incerteza causada pela guerra que pesou sobre o sentimento. A próxima leitura do ANZ-Roy Morgan mostrará se o salto de maio é uma trégua temporária ou o início de uma melhoria sustentada. Por enquanto, os dados sugerem que o RBNZ tem espaço para manter as taxas acomodatícias sem alimentar a inflação impulsionada pela demanda.

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Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.