Crypto para assessores: Três perguntas de due diligence para 2026
Assessores são instados a revisitar a due diligence em cripto em 2026, focando na gestão de caixa, divulgação regulatória e responsabilidade da IA à medida que o mercado amadurece.

Assessores estão sendo instados a revisitar seus frameworks de due diligence em cripto em 2026, com foco em três áreas frequentemente negligenciadas: como o caixa dos clientes é gerenciado, como as suposições regulatórias são divulgadas e como a responsabilidade é tratada quando a IA executa negociações de cripto.
À medida que o dinheiro digital, os requisitos regulatórios em mudança e a infraestrutura habilitada por IA amadurecem, os assessores precisam garantir que sua due diligence cubra esses riscos em evolução. A primeira pergunta envolve a gestão de caixa: onde os fundos dos clientes são mantidos, se são segregados e o que acontece em caso de falha da plataforma. A segunda diz respeito às suposições regulatórias: os assessores devem divulgar claramente em quais regulamentações confiam e como as mudanças podem impactar as carteiras dos clientes. A terceira aborda a responsabilidade da IA: à medida que a negociação automatizada se torna mais comum, os assessores devem definir quem é responsável por erros ou perdas.
Olhando para o futuro, o cronograma de implementação da Lei GENIUS trará mudanças significativas. Os assessores devem monitorar seu progresso e se preparar para novos requisitos de conformidade. Enquanto isso, manter-se proativo com a due diligence pode ajudar a proteger a confiança do cliente e cumprir os deveres fiduciários em um mercado em rápida mudança.