Pular para o conteúdo principal
Voltar para notícias
Combustívelvia OilPrice

Mercado de carros a gasolina na China desaba com alta dos preços dos combustíveis

Compartilhar

A demanda por carros a gasolina na China despenca com a alta dos preços dos combustíveis devido à crise no Oriente Médio, com descontos de até 60% em modelos como Range Rover.

Mercado de carros a gasolina na China desaba com alta dos preços dos combustíveis

O mercado de carros a gasolina na China está despencando com a alta dos preços dos combustíveis devido à crise no Oriente Médio, com descontos de até 60% em modelos como o Range Rover, segundo relatório da Bloomberg citando a mídia chinesa.

A queda na demanda por carros a gasolina é consequência direta do aumento dos preços do petróleo e dos combustíveis, impulsionados pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. Dados da Associação Chinesa de Carros de Passageiros mostram que os descontos em carros a gasolina quase dobraram nos primeiros cinco meses do ano, à medida que os preços do petróleo subiam. Para os traders de combustíveis, essa mudança no comportamento do consumidor sinaliza um possível declínio estrutural na demanda por gasolina do maior mercado automotivo do mundo, o que pode pressionar as margens de refino e os spreads de crack. Os preços ao vivo dos combustíveis e os gráficos no NowPrice mostram como o mercado está reagindo a essas pressões do lado da demanda.

Olhando adiante, a tendência para veículos elétricos e híbridos está se acelerando. As vendas de carros de passageiros na China caíram mais de 22% em maio, enquanto as vendas de veículos elétricos e híbridos aumentaram fortemente, representando agora 62,9% das vendas totais. Os traders devem monitorar os próximos dados de vendas de carros e os números de importação de petróleo da China para mais sinais de erosão da demanda, bem como qualquer desenvolvimento no Oriente Médio que possa sustentar ou aliviar as pressões sobre os preços dos combustíveis.

Leia o artigo original em OilPrice
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.