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Combustívelvia OilPrice

Morgan Stanley vê preços do GNL asiático dispararem para máxima de 3,5 anos

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Morgan Stanley prevê que os preços de referência do GNL asiático atinjam US$ 25/MMBtu no segundo semestre de 2026, o maior nível em 3,5 anos, impulsionados pela demanda de eletricidade no verão e pela necessidade da UE de reabastecer os estoques.

Morgan Stanley vê preços do GNL asiático dispararem para máxima de 3,5 anos

Analistas do Morgan Stanley projetam que os preços de referência do GNL asiático subirão para US$ 25 por milhão de unidades térmicas britânicas (MMBtu) no segundo semestre de 2026, marcando o maior nível em três anos e meio. A previsão, relatada pela Bloomberg, cita o aumento da demanda de eletricidade durante os meses de verão e a necessidade da União Europeia de reabastecer os locais de armazenamento de gás esgotados como principais impulsionadores.

O salto de preço antecipado reflete um mercado global de GNL mais apertado. O preço de referência do GNL asiático, frequentemente ligado ao Índice Japão-Coreia (JKM), deve subir acentuadamente a partir dos níveis atuais, à medida que a demanda da Ásia e da Europa compete por oferta limitada. Para os traders de energia, isso sinaliza uma potencial pressão de alta nos preços do gás natural globalmente, com implicações para a troca de combustível e custos de geração de eletricidade. As cotações em tempo real da NowPrice podem ajudar os traders a acompanhar os últimos movimentos de preços do GNL nos principais hubs.

Olhando para o futuro, os participantes do mercado monitorarão as ondas de calor no verão na Ásia e na Europa, que podem impulsionar ainda mais a demanda por resfriamento, bem como o ritmo das injeções de armazenamento de gás da UE. Qualquer interrupção no fornecimento de grandes exportadores como Austrália, Catar ou EUA também pode amplificar os ganhos de preços. A nota do Morgan Stanley ressalta a crescente importância do GNL como uma fonte de combustível flexível na transição energética global.

Leia o artigo original em OilPrice
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.