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Combustívelvia Bloomberg

Dólar neozelandês enfrenta terceiro trimestre difícil devido a ventos contrários ao crescimento

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O dólar neozelandês está prestes a enfrentar um terceiro trimestre desafiador devido ao dólar americano forte e aos efeitos persistentes do choque energético da guerra do Irã sobre a recuperação doméstica.

Dólar neozelandês enfrenta terceiro trimestre difícil devido a ventos contrários ao crescimento

Espera-se que o dólar neozelandês enfrente dificuldades no terceiro trimestre, com um dólar americano ressurgente e os efeitos persistentes do choque energético da guerra do Irã pesando sobre a recuperação econômica do país. O kiwi tem estado sob pressão devido a um dólar fortalecido, impulsionado pelas expectativas de novos aumentos de juros pelo Federal Reserve, que mantém uma postura hawkish para conter a inflação. Além disso, o choque energético do conflito no Irã elevou os preços globais do petróleo, aumentando os custos de importação para a Nova Zelândia e prejudicando a demanda doméstica. A combinação de um USD forte e preços de energia mais altos cria ventos contrários para o NZD, que é sensível às flutuações dos preços das commodities e ao sentimento de risco global. Os traders podem verificar a página de combustível da NowPrice para obter o contexto atual dos preços do petróleo, que recentemente mostraram volatilidade com o spread Brent-WTI alargando-se devido a interrupções na oferta. A capacidade ociosa da OPEP+ permanece limitada, o que sustenta preços elevados, enquanto os níveis da Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA estão em mínimas históricas, reduzindo a margem para intervenções no mercado.

Olhando para o futuro, os traders se concentrarão nos próximos dados do PIB da Nova Zelândia e nos resultados do leilão de laticínios, bem como em quaisquer sinais do Banco de Reserva da Nova Zelândia sobre a política monetária. A trajetória do dólar americano e os desenvolvimentos na situação do Irã também serão fatores-chave. Uma quebra sustentada abaixo dos níveis de suporte chave pode sinalizar novas quedas para o NZD. Além disso, a demanda marginal da China, maior importadora de commodities, continua fraca, enquanto a coordenação entre Arábia Saudita e Rússia para manter cortes na produção mantém o mercado apertado. O mercado de futuros de petróleo está em backwardation, indicando escassez imediata, o que pressiona ainda mais economias importadoras como a Nova Zelândia. Os spreads de crack das refinarias permanecem elevados, sugerindo que os custos de energia continuarão a impactar a inflação e o crescimento global.

Leia o artigo original em Bloomberg
Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.