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Leilão de títulos de 5 anos dos EUA rende 4,182%, cauda de 0,1 pb

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O Tesouro dos EUA vendeu US$ 44 bilhões em títulos de 5 anos a um rendimento de 4,182%, uma cauda insignificante de 0,1 pb acima do nível when-issued, com a queda dos rendimentos refletindo o alívio das preocupações com a inflação.

Leilão de títulos de 5 anos dos EUA rende 4,182%, cauda de 0,1 pb

O Tesouro dos EUA leiloou US$ 44 bilhões em títulos de 5 anos na quarta-feira, com o rendimento máximo fixado em 4,182%, apenas 0,1 ponto-base acima do nível when-issued de 4,181%. Essa cauda insignificante indica forte demanda pelo vencimento, já que o leilão foi liquidado muito próximo das expectativas do mercado. A relação bid-to-cover, uma medida de demanda, ficou em 2,48, ligeiramente abaixo da média recente, mas ainda dentro de uma faixa saudável.

O leilão ocorre em um contexto de queda constante dos rendimentos do Tesouro desde meados de maio. O rendimento do título de referência de 10 anos caiu desde suas máximas de 19 de maio, impulsionado pelo crescente otimismo em relação a um possível acordo nuclear entre EUA e Irã. Tal acordo poderia aliviar as tensões geopolíticas e reduzir os preços do petróleo, diminuindo assim as pressões inflacionárias. No entanto, nenhum acordo foi finalizado e o Estreito de Ormuz continua sendo um ponto crítico. Para os traders que monitoram a dinâmica das taxas, o estreitamento da curva de rendimentos e a compressão dos prêmios de prazo são sinais importantes. O feed de taxas em tempo real da NowPrice mostra o rendimento de 2 anos em 3,95% e o de 10 anos em 4,05%, refletindo uma curva mais plana.

Olhando adiante, os participantes do mercado se concentrarão nos próximos dados, incluindo o índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) e o relatório industrial do ISM, que podem influenciar a trajetória da política do Fed. O próximo leilão de títulos de 5 anos está programado para o final de junho, e qualquer mudança na demanda será acompanhada de perto. O anúncio de refinanciamento do Tesouro no início de maio já preparou o terreno para o aumento da emissão, e a capacidade do mercado de absorver a oferta continua sendo um tema chave para o segundo semestre de 2026.

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Resumo editorial por NowPrice. Leia o artigo original na fonte para a reportagem completa.